Lançada campanha para elucidar a morte de indígena em Redentora

Foi lançada uma campanha que visa precionar e intensificar a busca pelos responsáveis do assassinato da jovem indígena, Daiane Griá Sales de 14 anos.

Intitulada, Do luto à luta, a ação busca pelo autor do feminicídio mais brutal ocorrido em terras indígenas nos últimos tempos. A menina Kaingang que teve sua vida ceifada de forma bárbara e cruel, levanta questionamentos nos idealizadores da campanha e em toda população. Quem são essas pessoas e quais foram os motivos que as levaram a cometer tal barbárie?

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Em publicação deste manifesto, enfatiza-se que desde 1º de agosto, a comunidade Kaingang da Terra Indígena do Guarita, em Redentora, no interior do Rio Grande do Sul, vive assustada.

Devido a isso foi criado o “Comitê por Todas as Daianes”, ideia que surgiu em Audiência Pública promovida pelas Frentes Parlamentares Mistas de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e dos Direitos da População Indígena, contando com o importante apoio de várias organizações da sociedade civil e movimentos como o Observatório das Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes, Levante Feminista contra o Feminicídio e CIMI.

A campanha que levanta a bandeira “Quem Matou Daiane? Quem mata uma mulher mata a humanidade” é a primeira ação do Comitê e visa, além de manter viva a memória da jovem Daiane, manter a sociedade informada sobre as ações promovidas contra o assassinato de todas as mulheres e meninas indígenas do Brasil.

O Comitê, que é formado por amigas e mulheres do convívio de Daiane, defensoras e defensores dos direitos humanos, pessoas aguerridas às lutas feministas e/ou defensores dos direitos das crianças e dos adolescentes, se propõe a ser um espaço de acolhida democrática tanto para pessoas quanto instituições e movimentos sociais que queiram se somar a essa luta.

O card com sua foto e um pequeno manifesto é a primeira ação pública promovida pelo grupo que seguirá prestando auxílio emocional, psicológico, social e jurídico à família de Daiane Griá Sales. Além de amparo, serão promovidas ações institucionais e de marketing digital a fim de assegurar melhorias técnicas que serão usadas para apurar este gravíssimo caso de feminicídio.

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