Necessidade Ativa – Rabiscos do Silêncio


Todos nós possuímos uma alma latente, que nos faz sentirmos integrados com Deus, conosco, com a natureza e com as outras pessoas. Estamos neste mundo para viver a liberdade ativa e não para vivermos sem sentido ou buscando atrapalhar a vida de quem procura somar-se àqueles que buscam semear motivação, respeito, amor e perdão.

É uma necessidade sentir todas as coisas com um envolvimento sadio que nos faz crescer na fé, pela clareza do espírito. Somos a organização de um universo que está ativado com muito amor e não pode ser desativado por ações humanas que pensam somente em extrair da terra tudo que ela coloca à disposição para a sustentabilidade da humanidade.

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Tudo carece de harmonia para alcançar o equilíbrio necessário. Exemplo disso as árvores, quando olharmos somente como um objeto vegetal e não darmos a devida importância, facilmente as desprezaremos como sendo presença inútil, classificando-as como estorvo, porém, se nós conseguirmos inseri-las em nossa mente como sendo seres vivos que transmitem vida, paz e equilíbrio, dando-nos frutos, purificando o ar das impurezas que jogamos na atmosfera, além de fornecer sombra e proteção às pessoas e às fontes de água, estaremos promovendo o valor correto que elas merecem.

Entretanto se faz necessário ativarmos a nossa mente para a importância da vida, ajudando-nos mutuamente no compromisso de espelhar amor, coragem e respeito. Sendo protagonistas de uma sociedade mais comprometida com Deus, com o meio ambiente e com as pessoas, pois todas as coisas que existem foram feitas para o nosso bem e não para confundir a organização da alma. Fazendo bom uso da consciência no interesse saudável em partilhar dos momentos de dúvidas que muitas vezes atacam nossa particularidade, poderemos nos desvencilhar de armadilhas que levam ao desequilíbrio.
Mas a pessoa que procura na leveza do Espírito compreender a vida como dom de Deus, não destrói, não despreza e nem fermenta injustiça, violência e ódio. Essas ações causam grande desiquilíbrio na sociedade. Vejamos o exemplo das redes sociais, quando as usamos para promover as pessoas para o bem comum, por uma comunicação equilibrada que educa na necessidade da verdade, encontra o conforto de transmitir e receber tudo o que não destrói, mas dimensiona a uma sintonia responsável que traz segurança na necessidade de estarmos conectados.

Já ao contrário, quando é usada para ativar exploração, mentira e engano, essa necessidade passa a ser “perigo” social, pois existem os golpes morais, físicos, psicológicos e econômicos que fazem muitas vítimas num envolvimento incorreto, lesando pessoas de bem. Na ativação de uma só tecla nós poderemos estar entrando em um crime destruidor que acarreta muitos transtornos para nossa individualidade.

A pessoa que sabe ativar respeito com a dimensão de liberdade, não produz efeitos nocivos para a sociedade, pois tem como seu fim, a beleza permanente da alma. E não compactua com coisas que tornam a alma tíbia, sem recursos espirituais, por isso quando nós estamos junto das pessoas que produzem efeitos positivos para nossa vida, temos uma sensação renovadora e sentimos uma necessidade de repetir esses encontros.

Muitas vezes precisamos desfazer certas sintonias que prejudicam nossa necessidade da busca de Deus, sendo aprendizes da transparência, na ativação de responsabilidades que abranjam ações favoráveis que preencham o vazio existencial de certas pessoas, sabendo olhar as pessoas e não somente visualizá-las, pois é preciso olhar com a contribuição de ajudá-las na superação de certos problemas, ativando novas ideias, em um diálogo de acolhida, sentindo a necessidade de inseri-las em uma nova forma de pensamento.

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