Adaptando-se a realidade – Rabiscos do Silêncio


Realidade é tudo que envolve o ambiente em que estamos inseridos e nela todos nós precisamos de adaptações para podermos desenvolver nossas aptidões, capacidades e oportunidades.
Somos sujeitos a transformações que nos fazem crescer em idade, experiências, convivendo entre amigos, parentes e vizinhos numa convecção, libertando o negativismo que empobrece nossos objetivos com a vida e o bem comum.

Quando a pessoa não consegue administrar seus próprios sentimentos, por viver em ambientes carregados de intranquilidades, originados por realidades cansativas que produzem ações desfavoráveis e que geram desperdícios de objetivos, essa pessoa tem sua vida nula por não poder trabalhar de maneira favorável, será vista como estranho, esquisito.

Continua após as publicidades...

Receba notícias do site Portela Online pelo Whatsapp - clique aqui para entrar no grupo. Não tem mais vaga? Envie uma mensagem para (55) 99631-9327.

Continua a notícia...

Ambientes de paz, nos quais a pessoa se sente segura de si mesma precisam servir de exemplo. É nele que se firma o verdadeiro cidadão, fruto de um ambiente saudável, onde pais dialogam com os filhos numa promoção consciente da vida. Esses filhos serão uma fortuna incomparável e quando decidirem seguir o próprio caminho terão o amparo de Deus que indicará a escolha correta que lhes fará bem.

Muitas vezes julgamos as pessoas por não saberem tomar suas decisões de forma correta na vida e esquecemo-nos de corrigir nosso preconceito diante delas, pois essas pessoas vêm de ambientes esfacelados, composto por pais que não se entendem, não educam para a vida e não estimulam para a busca de Deus.

É profundo ver a adaptação das pessoas, em todos os setores da sociedade, no perdão, na acolhida ou no discernimento. Quando o erro acontece involuntariamente não é necessário recorrer a atitudes de desprezo diante de quem errou, mas procurar ver e compreender a realidade de formação na qual ela foi gerada. Voltar-se a ajudá-las na busca da cura através de um sentimento renovador representa a nossa missão, oportunizando-as à abertura de um caminho mais seguro e motivador. A culpa cria pensamentos de reclusão, o que se torna perturbador.

Muitas pessoas não conseguem desenvolver a empatia e colocar-se no lugar dos que sofrem pela ausência do amor e desviam olhares numa ação condenatória. Essa realidade torna-se cansativa, sem produzir efeitos que transformem a vida dos esquecidos pela sociedade. É preciso organizar o nosso coração na busca consciente pelo amor, ver a dimensão do silêncio interior e imprimir hábitos saudáveis que ajudem na promoção de quem se sente lesado por viver distante do amor, mesmo vivendo com outros, no mesmo lar.

Quem vive necessita conviver e quando as pessoas somente sobrevivem juntas tudo se torna rotineiro, pesado e cansativo. Entretanto quando a convivência se adapta à vida e oportuniza o diálogo entre as pessoas, tudo se torna mais dinâmico e o amor acontece de maneira simultânea, em ambas as direções. Nesse sentido não será necessário buscar o amor nas coisas supérfluas de realidades captadas do exterior, pois ele estará presente na dimensão de todos os seres humanos que vivem e convivem, mesmo estando em realidades diferentes.

Trocar realidades que produzem efeitos negativos e nocivos aos sentimentos das pessoas, por realidades vivas, levando e trazendo esperança, num envolvimento sadio que demostre leveza para a convivência social é certamente saudável e oportuniza ver no rosto das pessoas a contemplação espontânea do amor. Essa comunicação faz brotar lágrimas de energia positiva, que ajudam na compenetração do silêncio de Deus, exibindo sua saudação e adaptando-se à realidade de cada um de nós, afinal, quem o procura vive e convive melhor, pois tem a sintonia da paz interior que vem dele e se espalha nos ambientes em que estivermos inseridos.

Deixe um comentário