Entenda o que é permitido na bandeira vermelha do distanciamento controlado no RS

Segundo o governo, os municípios podem estipular restrições maiores do que as determinadas pelo estado.

Foto: Divulgação

Desde maio, o Rio Grande do Sul adotou o sistema de distanciamento social controlado. Conforme o grau de risco, cada região recebe uma bandeira nas cores amarela, laranja, vermelha ou preta. O governo do Rio Grande do Sul divulgou, recentemente, algumas mudanças nas restrições da bandeira vermelha. [Veja abaixo o que é permitido nos municípios].

O monitoramento dos índices do distanciamento é semanal, e a divulgação preliminar ocorre na sexta-feira. Nas últimas semanas, as cidades gaúchas têm ficado com bandeiras laranja ou vermelha.

Veja abaixo o que é permitido nas cidades que estão com a bandeira vermelha. Segundo o governo do RS, os municípios podem estipular restrições maiores do que as determinadas pelo estado.

O que é permitido na bandeira vermelha

Setor agropecuário

Teto de ocupação de 75% dos trabalhadores para:

Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados
Produção Florestal
Pesca e Aquicultura

Alojamento

Hotéis e similares – com 40% dos quartos
Hotéis e similares (em beira de estradas e rodovias) – com 75% dos quartos

Alimentação

Restaurantes a la carte, prato feito, buffet sem autosserviço – com 50% dos funcionários, 25% de lotação e somente de segunda a sexta, entre 10h e 16h (nos estabelecimentos em beira de estradas não há restrição de horário de funcionamento)
Lanchonetes e lancherias – com 50% dos trabalhadores, e exclusivamente, por drive-thru, tele-entrega e pague e leve

Postos de combustíveis

Com 75% dos trabalhadores

Indústria

Todos os serviços de indústria liberados com 75% dos trabalhadores, à exceção da extração de petróleo e minerais (com 25% dos trabalhadores) e as indústrias de farmoquímicos e farmacêuticos, que podem funcionar com 100% dos trabalhadores

Transporte

Transporte municipal e metropolitano com 50% da lotação
Transporte intermunicipal e interestadual com 50% dos assentos
Atividades de correios, serviços postais e similares – com 50% dos trabalhadores
Transporte rodoviário de carga – com 100% dos trabalhadores

Educação

Apenas funcionamento remoto, à exceção de atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão, conforme protocolos.

Academias de ginástica
25% dos trabalhadores e atendimento individualizado (16m² por aluno) – inclusive em clubes

Bancos e imobiliárias

Bancos, lotéricas e similares – com 50% dos trabalhadores
Imobiliárias e similares – com 25% dos trabalhadores (apenas teleatendimento)

Serviços de higiene pessoal

Cabeleireiro e barbeiro com 25% dos trabalhadores, atendimento via agendamento, e distância mínima de 4 metros entre os clientes

Manutenção e lavanderia

Reparação e manutenção de objetos e equipamentos com 25% dos trabalhadores
Lavanderias e similares com 25% dos trabalhadores

Petshop

Serviços de higiene e alojamento de animais domésticos com 25% dos trabalhadores e via agendamento

Outros serviços

Serviços de auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura, publicidade e outros – 25% dos trabalhadores (apenas teleatendimento)
Serviços profissionais de advogacia e de contabilidade – com 50% dos trabalhadores

Serviços religiosos

Missas e serviços religiosos com máximo de 30 pessoas
Funerária com 100% dos trabalhadores

Comércio (itens essenciais)

Comércio atacadista – com 50% dos trabalhadores
Comércio varejista de rua – com 50% dos trabalhadores
Centro comercial e shopping (apenas venda de produtos essenciais) – com 50% dos trabalhadores
Mercados, açougues, fruteiras, padarias e similares – com 50% dos trabalhadores
Comércio (itens não essenciais)
Comércio atacadista, varejista de rua, centros comerciais e shopping – podem funcionar com 25% dos trabalhadores e atendimento presencial restrito de quarta-feira a sábado, das 10h às 16h, respeitando teto de ocupação

Outros setores

Vigilância e segurança com 75% dos trabalhadores
Serviços para edifícios (limpeza, manutenção) com 50% dos trabalhadores
Call-center com 50% dos trabalhadores (apenas teleatendimento)

 

Fonte: G1 – RS

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