Sinais de vida – Rabiscos do Silêncio


Desfazer-se do dom da vida sem assumir responsabilidades positivas que contribuam para a vida das outras pessoas, não é somente empobrecer a integralidade social e familiar, mas, sobretudo é deter a presença dos sinais da paz, amor e verdade que precisam ser despertados para poder produzir frutos de convivência motivacional na valorização da esperança.

E nestes dias de doenças misteriosas, temporais causado pelos fortes ventos, após um longo período de estiagem, pragas que ameaçam os campos trazendo prejuízos à agricultura e pecuária, como os gafanhotos, são sinais de morte que fazem parte deste mundo e precisam de respostas positivas na nossa consciência, pois são fatos marcantes, os quais implicam em solidariedade. E esta precisa percorrer os caminhos da escuridão, levantando motivação através de uma abertura às leis da natureza de forma que se resgate a harmonia entre as pessoas.

Diante da vida todos os seres vivos são frágeis e esta fragilidade precisa ser trabalhada com fé e equilíbrio na consciência das pessoas. Isto porque o único ser vivo que tem o dom de discernir entre o bem e o mal é o ser humano, possuindo a liberdade de fazer as escolhas, sejam certas ou erradas, perante as coisas deste mundo. Nessas circunstâncias escolher a vida é saber levar esperança, ânimo e coragem onde os sinais de morte estão se fazendo presentes.

Estes sinais de morte não devem ser desprezados por nossa consciência, mas precisam de respostas que transcendam a dor, o sofrimento e a incompreensão que geram desânimo entre as pessoas. É preciso procurar inserir a vontade de Deus em nossa existência e não a vontade do mundo, que Ele ocupe o primeiro lugar em nossos objetivos terrenos. É dedicando um tempo para conversar a sós ou comunitariamente com Ele que poderemos sentir os sinais da vida na compreensão da prática da verdade.

A sintonia com Deus abre novos horizontes e faz com que produzamos palavras seguras, que tenham sinais de vida. Mas precisamos saber olhar a dimensão dos nossos passos com interesse, não desviar a atenção dos que se sentem fragilizados em suas experiências particulares, por receberem cargas negativas

com notícias pesadas, que a sociedade produz para defender seus próprios interesses. É essencial que nos importemos em aproximar os sentimentos pela prática que some e não diminua quem estiver deprimido e passando por momentos difíceis na vida.

E a vida nos pede responsabilidade com espírito decidido em aceitar as coisas deste mundo como revelação de uma sociedade mais próxima de Deus, pois diante desses dias obscuros facilmente nos deparamos com pessoas de rosto paralisado, sem motivação, tudo parece sem vida. É preciso saber dar a essas pessoas uma nova dimensão de confiança, levando palavras que concentram objetivos claros de transformações espontâneas que tracem novas formas de ver a vida.

Muitas pessoas perderam a liberdade de pensar positivamente e encontram-se bloqueadas interiormente. É preciso sair de nossas aparências ocultas e inovar a consciência com sinais de vida, abrindo os horizontes dessas pessoas pela renovação do conteúdo, nas suas mentes. Também tendo sensibilidade em ajudá-las a encontrarem novas formas de encarar a realidade com novas pginas escritas pela atividade positiva, num movimento que devolva a solidez do calor da vida, sendo responsáveis nas ações e no envolvimento sadio ajudando-nos mutuamente, sentindo os apelos de quem procura se reerguer e não encontra forças na sua individualidade.

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