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Conhecer e aplicar – Rabiscos do Silêncio

O conhecimento é a base que dá a direção certa para atingirmos as metas propostas na nossa vida. Nessa vida não existe saber mais ou saber menos, o que existem são saberes diferentes que sustentam e dão equilíbrio à sociedade.

E a sociedade é composta de pessoas civilizadas, que sabem respeitar, dialogar e conviver. Uma pessoa que não sabe conviver em sociedade assume outros caminhos e direções que conduzem o conhecimento a produzir sinais de morte. Esses sinais de morte estão associados à destruição da vida e de seus valores: morais, éticos e cristãos.  Estão nesse grupo as drogas, que levam pessoas inocentes; as mentiras, que destroem amizades; as explorações de crianças inocentes por abusos sexuais e tantos outros exemplos.

As pessoas que se respeitam e colocam seus conhecimentos a serviço da sociedade são pessoas de bem, que procuram as coisas que dão sentido à vida.  Aplicam conhecimento e sabem valorizar a sua particularidade com amor. Exemplo do agricultor que possui a sua propriedade rural. Ele sabe através do conhecimento prático onde o solo produz melhor e tem mais umidade, quando chove ou faz estiagem, trabalha com o tempo a seu favor e conscientemente. Assim quanto melhor cuidar da sua propriedade através do cultivo correto, nos insumos, no controle  das pragas e ervas daninhas, as colheitas das diversas culturas terá objetivos alcançados satisfatoriamente.

O interesse em buscar conhecimento nas diversas áreas da sociedade eleva o espírito de solidariedade. É muito compensador ver pessoas que se doam no compromisso com a felicidade do outro. Temos os professores, os profissionais da saúde, os que cuidam da segurança, e tantos bons exemplos em que existe amor entre as pessoas. Cada um desempenhando a sua função na contribuição da sociedade. Sendo ineridos ao papel que desempenham.

A pessoa que aplica conhecimento com amor encontra mais facilidades em compreender as coisas de Deus e se insere na sociedade com segurança da verdade. Não fica procurando manchar a sociedade com coisas supérfluas que empobrecem a fidelidade, o perdão e a sinceridade. E uma sociedade sem Deus, perde-se o sentido da fé e procura-se preencher a existência com coisas enganosas que não trazem beneficio para a propagação da paz.

É ruim para a sociedade quando se aplica o conhecimento para desfazer, explorar ou enganar, paralisando a boa vontade das pessoas de trabalharem com honestidade, fechando a sua liberdade ao desejo de buscarem a abertura a um horizonte integrador entre a fé e a razão. E todas as pessoas nascem com o desejo particular definido, mas muitas vezes falta despertar com a descoberta da introdução pela vontade. O que não podemos é sufocar esse desejo com palavras inseguras que provoquem desânimo e desequilíbrio no pensamento, fazendo com que a pessoa se desmotive mesmo diante da presença do seu desejo.

Quando existe respeito entre os saberes, tudo se insere ao conhecimento integrador, pois olhando ao nosso redor, poderemos constatar que existem muitas pessoas aplicando conhecimento com práticas duradouras. São os idosos (pais, vovôs), por exemplo, que guardam no seu inconsciente experiências positivas. Muitas vezes falta aproximar-se e dialogar com respeito. Eles sabem transmitir conhecimentos práticos da vida, fazendo embalar em nosso interior realidades profundas de fé, verdade e coragem.

Abrir-se ao conhecimento pratico evita muitas exclusões e cura interpretações errôneas que formulamos através da mente preguiçosa. Saber ativar pensamentos de acolhida com responsabilidade conduz a consciência a sentir o amor que faz desenvolver a inclusão das pessoas. Quem ama se deixa conduzir pela liberdade de Deus e aplica na prática as verdades escritas no coração. Não contamina o seu interior com mentira, superficialidade e vaidade. Nem apaga, sufocando a vontade da manifestação do amor na consciência das pessoas.

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