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Natureza se vinga – Estrada Iluminada


Vemos a destruição do meio ambiente, às vezes por parcela de habitantes que é relaxada ou até nem sabe avaliar a importância do equilíbrio ambiental, mas também temos a destruição em razão da ambição de arrecadar cada vez mais, tendo como bojo principal o poder econômico, exemplificado nas florestas que são derrubadas para criação de gado.

À medida que mexemos com a natureza, ela se vinga, e isto está bem demonstrado nas catástrofes acontecidas de um tempo para cá, onde partem para o outro plano grande quantidade de vidas.

Na alimentação vemos adulterações, produtos armazenados inadequadamente o que causam problemas à saúde humana e até a morte, como noticiado a respeito da água, contaminada por agrotóxicos sem controle, e às vezes contrabandeados.

Mas tudo faz parte da transformação e certamente a natureza se cobra, através da justiça Divina.
Nas leituras da madrugada, me deparei com uma mensagem de Santo Agostinho, psicografada, com o seguinte contexto:

“O progresso é lei da Natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere.

A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas um meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento. Ao mesmo tempo em que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso.
Marcha assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada em a Natureza permanece estacionário.

Quão grandiosa é essa ideia e digna da majestade do Criador! Quanto, ao contrário, é mesquinha e indigna do seu poder a que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia, que é a Terra, e restringe a Humanidade aos poucos homens que a habitam!

Segundo aquela lei, este mundo esteve material e moralmente num estado inferior ao em que hoje se acha e se alçará sob esse duplo aspecto a um grau mais elevado. Ele há chegado a um dos seus períodos de transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á em planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de Deus”.

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