A posse que se transforma – Rabiscos do Silêncio

Em meio às perspectivas da virada de ano que aconteceram no dia primeiro de janeiro, com festas, encontros, comemorações, neste ano tivemos a posse dos representas políticos: presidente, governadores, senadores, deputados estaduais e federais. Algumas caras novas e dentre essas aquela que será o foco, a do Presidente da República, eleito com voto democrático do povo.

Esses representantes precisarão ter a sintonia do diálogo aberto, sem olhar para trás em busca de sempre apontar culpados pelos erros nos governos passados. Também não se pode anular, desprezar ou desfazer as conquistas que o povo, com suas organizações obtiveram, mas precisam trabalhar com interesse voltado para os anseios da sociedade tais como: segurança, saúde e educação.

E agora vem a prática do cumprimento das promessas de campanha. É para isso que foram eleitos. Não para fermentar rivalidades, rebaixamento, divisões ou exclusões entre os partidos. Mas para buscarem o aperfeiçoamento de ideias em torno do bem comum, pois o povo necessita de respeito, numa conjuntura que faça a dignidade ser a soma de responsabilidade, na busca constante dos valores e valorizações das pessoas.

Ter representantes é uma necessidade, isto é válido para todas as esferas da sociedade. E toda representação vem acompanhada da busca de experiência. Essa experiência só acontece quando o poder for usado de baixo para cima, sabendo usar e acolher as necessidades das pessoas que clamam por uma abertura na mudança de vida, com a justa redistribuição de renda e inclusão das diversas vocações existentes na coletividade da sociedade.

Afinal, quando o poder for usado de cima para baixo, não acontece a transformação, fica uma sociedade sem o crescimento da massa, ou seja, a participação do povo como fermento que dá consistência aos direitos e as obrigações que todos possuem e são oficializadas pelas leis constitucionais, numa conjuntura de valorização de quem está no poder e a sociedade. E ninguém pode se julgar dono do poder enquanto participante politico, mas deve ser uma pessoa pronta para sentir os anseios e apelos da sociedade.

Os eleitores confiaram nos políticos, nas possíveis mudanças de rumo, na economia com geração de novos empregos, na desburocratização do poder, no compromisso com o meio ambiente, no respeito ao diálogo entre todas as camadas da sociedade, na verdade no combate à corrupção. E todos os brasileiros confiam que essas promessas não sejam traídas ou substituídas pelo fanatismo ideológico que muitos males tem trazido para o Brasil através do tempo.

E a posse de um presidente é a representatividade de uma nação. Não se trata de individualizar todo o poder a uma pessoa, mas de fazer as escolhas corretas do ministério e trabalhar, para o bem te todos os cidadãos, fazendo as mudanças que se julgar necessárias com inovação de ideias seguras, contemplando a progressiva aliança do povo com os seus representantes na transparência dos atos.

O que se espera é que o cumprimento das promessas feitas em campanha se concretize em práticas verdadeiras. E os brasileiros possam sentir-se valorizados com mais dignidade, respeito e inclusão social, fazendo parte dos objetivos da vida cidadã. Com abertura a novos horizontes, pela transformação de pensamentos e ações, que possam dar sentido e equilíbrio a esse país que é de todos nós, brasileiros, que amamos a riqueza existente aqui, que é a consciência das pessoas honestas e de bem.

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