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Rabiscos do Silêncio – O que eu não quero para o Brasil

Mais uma eleição está diante de nossa consciência para que se possa escolher novo presidente, governador, senadores, deputados: federais e estaduais. São votos que exprimem nossa liberdade em confiar em quem  realmente apresenta as melhores propostas de fazer com que a democracia tenha a direção certa, sem os arranjos de uma visão distorcida e sem apresentação da sua verdadeira identidade.

E o Brasil já sofreu muito nas mãos de quem só engana, pois aqui tem um vasto território, com clima bom e favorável e uma diversidade de  culturas, bem distribuídos. Esse país não pode ser desfigurado com uma imagem da corrupção, violência e exploração, levando as pessoas a viverem inseguras de si, do seu presente e futuro sem perspectivas jogadas nas dúvidas dos seus direitos.

É preciso saber confiar em candidatos que saibam valorizar os eleitores com justa distribuição de renda, que valorizem a saúde, a segurança e a educação, proporcionando uma nova direção ao emprego, com investimentos em novas fontes de recursos tecnológicos e que não seja um candidato mentiroso, enganador, fabricado pelas correntes enganadoras ou pelo grande monopólio dos poderosos que interferem diretamente em nossa consciência.

O que não quero para o Brasil é o que se apresenta com muitas feridas, machucando o povo que perdeu o sentido da alegria, sofrendo pela imagem de uma desnutrição e palidez na falta de energia, pelo sentido da felicidade. Sem perspectivas, se vê um povo que caminha sem direção, cambaleando inseguro com os passos curtos pelas  forças que se perderam no engano das cicatrizes da mentira.

O voto é uma oportunidade de devolver ao Brasil uma nova direção, com o respeito por  tudo o que se produz  aqui, tendo representantes que saibam trabalhar com o povo, vendo as suas necessidades com conhecimento da fonte de recursos, na abertura ao diálogo com as bases, de forma que valorizem as pessoas com suas organizações como meio de fazer o crescimento em todos os setores da sociedade.

Mas é preciso ficar atento aos falsos médicos que prometem dar ao Brasil novos  medicamentos com a modificação da ideia de receitas cheias de teorias e argumentos de “salvadores da pátria”, os quais fazem da política meio interesseiros de defenderem seus próprios grupos ou partidos  deixando o povo a mercê de mudanças mais abrangentes, responsáveis e profundas.

E os eleitores com sua consciência sabem onde estão as dores da falta de emprego, da saúde, educação e segurança. Não é preciso argumentar com promessas mirabolantes para ganharem o voto e depois fazer pequenos curativos que não cicatrizam as feridas abertas pela corrupção, mentira e sonegação.

O Brasil  necessita ser respeitado na sua essência. E as eleições são o momento de renovar as esperanças de uma vida mais justa, transparente e segura. Com objetivos nas realizações com trabalho e dignidade por serem representantes de uma sociedade que é composta de cidadãos com diversidade de vocações.

Portanto,  o povo brasileiro tem a oportunidade de dar ao Brasil um medicamento renovador com a energia do voto consciente, sendo protagonista das escolhas no respeito aos direitos e obrigações que estão escritos na Constituição, não elegendo representantes que deem remédios equivocados e que modifiquem a receita da democracia.

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