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Rabiscos do Silêncio – As folhas brancas do inconsciente

A mente humana se divide em consciente e inconsciente ou, como muitos pensadores definem, o subconsciente.

É através da consciência que eu posso ver o que estou praticando no presente e automaticamente transferir ao subconsciente, tanto os atos bons como os maus ou chamadas ações maldosas que estão ligadas à violência física, moral, emocional e psicológica.

E todos os dias nós recebemos uma folha em branco que precisa ser preenchida com o tempo que está a nossa disposição. Esse tempo tem a inserção do presente, passado e futuro, no qual nós poderemos desenvolver nossas capacidade intelectuais e físicas, conforme forem as aptidões necessárias no trabalho e na convivência familiar ou social, em que estejamos fazendo parte.

Essa folha não pode ser preenchida com a caligrafia da mentira, da violência, da falsidade ou qualquer outra postura que prejudique a convivência entre as pessoas. Porém se acontecer um erro que nos leve a preencher a folha em branco de maneira equivocada, prejudicando a compreensão da leitura na consciência, é preciso que, antes de fecharmos essa página da nossa vida possamos fazer como com um rascunho e passar a limpo nossas ações, com novas linhas construídas, bem legíveis de perdão, amor e compreensão. Assim poderemos com a ajuda de uma avaliação preencher de maneira correta nosso tempo e dar ao inconsciente a clareza preciosa, não deixando nem um ponto e nem uma vírgula na dúvida.

Mas quantas situações de mentira, violência e ódio são criadas com intransigência e irresponsabilidade sobre o inconsciente das pessoas. São situações que tornam como normalidade da vida aceitar com a consciência tudo que é jogado como valor apagado e longe da verdade. Estão aí as telenovelas e certos filmes que são criadas com intuito de fazer sucesso, sendo cópia de uma realidade promocional, não se importando com a destruição das consciências familiares e sociais.

E uma consciência que sabe valorizar essa folha em branco como sendo um presente de Deus, o qual destina-a a cada um de nós para ser preenchida com a caligrafia da verdade, paz e amor, não fica borrando ou rasgando as folhas da convivência, mas respeita a liberdade e o direito que cada um tem na vida.

E tudo o que mancha essa folha tornando-a escura, sem a transparência da alma, precisa de uma profunda transformação na fé para que volte a mostrar o brilho da escrita legível com a compreensão de cada palavra na linha do tempo presente.

Nós precisamos promover a vida como manifestação divina ajudando a cada pessoa a encontrar o verdadeiro sentido da sua existência no preenchimento correto da folha do inconsciente e não criar sinais de morte como o aborto que é um duplo assassinato contra um ser indefeso e contra a própria consciência da mãe; ou a eutanásia que interrompe a vida presente na condução humana, ignorando o respeito à morte natural.

Toda pessoa que escreve nas páginas do seu inconsciente coisas enganosas sem a presença da liberdade de Deus, sujando a transparência da consciência com a escrita da mentira, violência ou imoralidade, precisa modificar sua caligrafia com uma renovação da fé verdadeira, pois a cada dia que passamos na fase da Terra precisamos criar condições de vida, tendo clareza sobre tudo que significa reconciliação.

Cada dia é uma nova oportunidade de recomeçar com as vinte e quatro horas que temos à disposição para preenchermos as páginas da nossa existência. Tendo amor, perseverança e disposição para perdoar, conseguiremos ter uma legível caligrafia, com a qual todas as pessoas possam fazer boa leitura do nosso coração. Aprendendo e ensinando com abertura ao respeito às pessoas que estejam sofrendo pela falta de segurança em suas próprias escritas e que muitas vezes precisam de estímulos para poder preencher as páginas do seu inconsciente com os dons recebidos, além de terem razões para comunicarem coisas novas com a prática de uma consciência livre.

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