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Rabiscos do Silêncio – A Autodestruição

A paz é um estado de espírito que garante vivermos uma fé verdadeira e faz com que façamos um bom uso de um dos nossos valorosos instrumentos: a própria consciência.

E quando nós estamos em paz somos capazes de fazer coisas extraordinárias para o bem das outras pessoas e conseguimos ter condições de abrigar em nós a alegria, a autoestima e a coragem, pois quem vive a paz é capaz de descobrir-se nas outras pessoas, em Deus e na natureza.

É muito saudável para a sociedade quando as pessoas procuram, dentro das suas vidas, serem promotoras de paz, ela faz com que a confiança juntamente com a justiça e o perdão, sejam os caminhos seguros da felicidade.

Tudo poderia ser melhor se as pessoas, nos caminhos por onde andassem, pensassem mais em Deus, pois todos nós possuímos um corpo, uma alma e o próprio espírito que está a guiar-nos pelas estradas da vida. Mas é preciso valorizar a nossa existência com muito amor e respeito por tudo o que representa, para a nossa consciência, cada ser vivo na imagem que formulamos através do pensamento organizado.

A vida requer condição permanente de buscas na acolhida da verdade e paz, sem bloquear o objetivo de realização pessoal de cada pessoa com caminhos inversos a sua vontade, pois isso é contra a liberdade de Deus que se manifesta e poderá acarretar em autodestruição de nossa condição humana, da interação plena.

E quem coloca Deus em sua vida, vive uma grande vibração de paz e prosperidade em tudo o que faz e não fica vagando em maus pensamentos ou usa as suas ações para prejudicar as outras pessoas com práticas contrárias à sua dignidade, semeando mentiras, ciúme ou vaidade, ao quais como tudo que gera frutos amargos para a realidade do seu semelhante, apenas destrói. E esses frutos poderão contaminar as famílias, pois são frutos que tem poder de autodestruição social.

Precisamos valorizar a vida com uma fé verdadeira que nasça do nosso coração e vá sendo colocada a serviço da sociedade na responsabilidade de tornar a convivência entre as pessoas mais próxima de Deus. Seja plantando frutos de amor, compreensão e diálogo, sem esperar recompensas ou olhando ao nosso redor e buscando formas para poder captar o clamor dos menores abandonados que são destruídos pelos vícios, abusos ou passam por terríveis necessidades materiais. Elas são as excluídas pelo progresso que não soube dar o devido sentido as suas realizações pessoais.

São realidades que nos mostram terrenos férteis de uma busca responsável pela paz, práticas que justifiquem a presença de Deus em nossa realidade, pois todas as pessoas que sabem tornar a vida do seu semelhante tocada pelo amor, protegem sua alma da autodestruição. E sabem que através de uma fé verdadeira, que depois de fechar os olhos para as coisas deste mundo, Deus abre uma nova dimensão de alegria e paz na transformação acolhedora que Ele reserva a todos os que souberem trabalhar a consciência.

Portanto, valorizar as pessoas, sendo protagonistas de paz, do amor, da coragem e do entendimento nos dá uma sensação nova de revelações profundas em nosso coração. Mas somente quem ama é capaz de sentir a plenitude da vida jorrando transparência com a luz da verdade e sai pelos caminhos da vida plantando esperança, fé, otimismo e serenidade. Reconhecendo a presença de Deus neste mundo como parte integrante da nossa mente, pois é no nosso, dentro de nós mesmos, que as transformações seguras acontecem e o poder da autodestruição não estará a perturbar nossa liberdade terrena.

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