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Rabiscos do Silêncio: Grêmio vibrante

Os torcedores do Grêmio estão vivendo momentos preciosos de muita emoção, diante de um time que tem correspondido em campo aos anseios do clube do seu coração, pois o que se confirma é um futebol competitivo, disciplinado, tranquilo que sabe valorizar a posse de bola com confiança, alegria e motivação. 

É assim que o Grêmio, com toda sua legião de torcedores, vem fazendo a diferença no futebol brasileiro e sul-americano com respaldo positivo junto ao futebol mundial.  Vem deixando muitas taças no armário da sua existência como referência de uma equipe vitoriosa, dentre elas está a conquista do tri da Taça Libertadores de 2017 e Mundial de 1983.

E o futebol é assim, construído de momentos: bons, médios ou ruins. E a equipe do Grêmio está desfrutando de um momento muito bom, com um padrão de jogo acima da média, com o qual confunde os adversários pelo toque de bola refinado, rápido e soberano. Existe a comunicação de uma leitura da confiança na distribuição  das jogadas que proporciona uma linguagem segura, atraente e aguerrida  dos jogadores que sabem o que precisa ser feito e quando precisa ser feito, tendo a bola em seus pés.

Mas para chegar a esse patamar de vitórias e conquistas o Grêmio precisou de tempo para preparar o solo com dedicação, através de certa limpeza e correção de tudo que vinha prejudicando o desenvolvimento da maturidade dos frutos que o futebol exige. Fazendo uma analogia pode-se perceber que isso é válido para todos os segmentos da sociedade, quando se tira o que contamina o ambiente no crescimento objetivo dos indivíduos em torno do bem comum, a vida ganha proporções de responsabilidades fortes que garantem as vitórias particulares ou coletivas.

É o que aconteceu com o Grêmio, que soube unir os objetivos em torno de um futebol competitivo. E isso é fruto de um trabalho integrador entre a comissão técnica na liderança do técnico Renato, diretoria na pessoa do presidente Romildo Bolzan e os jogadores que traçaram metas com união e dedicação para fazer da arena palco de grandes conquistas. Logicamente também com estudo na captação de ideias para o encaixe do time ideal.

Quando existe a união de valores e valorizações tudo se torna mais viável de acontecer. Essa é a mecânica da vida e os objetivos são mais fáceis de serem alcançados, dentro do espírito de competividade que o futebol exige. E ter jogadores em campo comprometidos com o peso da camisa, como é a do Grêmio, se torna mais viável dos resultados aparecerem em campo. Assim é o caso do Léo Moura, Valter Kannnemman Pedro Jeromel, Everton e outros tantos. Aliado isso à oportunidade das categorias de base, que também tem a sua grande contribuição, se pode formar grande time, a exemplo de Arthur, Marcelo Grohe, Luan…

O que se presencia dentro da equipe gremista é a  confiança nas vitórias que começa na diretoria, passa pelo vestiário, vai até o campo e volta junto dos torcedores, transformando-se em alegria, tudo aliado a forma de atuação de cada jogador que conhece as características de cada colega da equipe e sabe como deve fazer a jogada correta no desarme, passe, lançamento e conclusão. Não existe a desistência ou como se expressa no futebol, “corpo mole”, existe o compromisso com as vitórias e elas têm aparecido. 

Porém, para  ter sucesso em qualquer setor da sociedade é preciso ter planejamento correto e saber aliar teoria à prática. No Grêmio aconteceu essa junção e deu certo pelo menos no atual momento que teve a participação de três treinadores, primeira do Felipão, logo depois com Roger Machado para finalmente o Renato poder colher os frutos do trabalho que começou com o exemplo de um grande gestor e a articulação das ideias como foi com o saudoso presidente Fabio Koff.

Os torcedores, seja de qual time for, gostam de organização dentro e fora das quatro linhas do campo. Também apreciam jogadores que se doam  ao máximo. No entanto, é preciso compreender que nem todos os jogadores têm a mesma capacidade ou categoria em campo, por isso que muitos planejamentos dão errados, pois a diretoria contrata jogadores que se destacam nos seus times de origem e não conseguem se adaptar quando mudam de ambientes de atuação. Mas o importante é saber torcer, independente do momento que o time estiver passando, sem criar conflitos, brigas ou causar depredações no patrimônio de um clube, pois isto torna o nível do futebol pobre em recursos emocionais.

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