Rabiscos do Silêncio: O saber da felicidade – Por Carlos Staczewski – Portela Online
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Rabiscos do Silêncio: O saber da felicidade – Por Carlos Staczewski

 

Todos nós viemos a este mundo para construir a felicidade. Que bonito é quando a gente sai do nosso mundo interior e consegue captar a beleza externa existente no rosto das pessoas. E essa manifestação se vê ao contemplarmos com nosso amor todas as pessoas que se aproximam de nós.

Mas para sentir a felicidade nas pessoas se faz necessário o exercício da busca pela paz. E a paz se constrói com alegria, amor e diálogo. Sem essas três dimensões a vida perde o equilíbrio e a direção de ser. No entanto para que a alegria se faça presente em nossas vidas precisamos gostar das pessoas, da natureza e de Deus, inserindo neste gostar o amor com abertura para o diálogo.

E o verdadeiro diálogo é saber ouvir, conversar e silenciar, tendo respostas favoráveis a cada situação que se apresenta em nossas vidas. Situações que nos fazem conhecer-nos mutuamente, conquistar novos amigos, despertar o coração de alguém e estar de bem com a vida, pois a vida nos ensina os caminhos da felicidade.

Entretanto é necessário ter cuidados com  a saúde mental, física e espiritual, não descuidando de sentir a presença de Deus na criança que espera nossa atenção e amor, no idoso que aguarda palavras de motivação e no jovem ou adolescente que procura uma segurança, principalmente através do exemplo de vida que precisamos implementar em suas experiências. Tudo isto representa caminhos que estão a nossa disposição para que sejam preenchidos com a vivência da busca da felicidade.

As pessoas necessitam ser felizes, porque a felicidade torna as pessoas mais confiáveis para perdoar, compreender e acolher numa sintonia de satisfação mental suave e prepara-nos para ver o espelho de Deus no canto dos pássaros, no riacho que se move tranquilo transmitindo muita paz ou no vento que sacode as árvores em agradável sinfonia.

Tudo isso é ser feliz, porque Deus nos ama com a sua felicidade integradora. Deus que é Pai, tem tanto amor por essas criaturas que nos fez provar desses momentos de tenra felicidade. E o que prejudica a graça da felicidade nas pessoas é o orgulho, o ciúme e a raiva.  Sobre isso a natureza tem uma grande lição de vida. As árvores, os rios, os pássaros, as flores, não guardam rancor, ignorância e nem dominação de uns sobre os outros.

São pequenos detalhes que influenciam nosso ambiente e conduzem nossa existência a vivermos em uma constante busca da paz, da felicidade e do amor. Precisamos aprender a revelar coisas boas para as pessoas, porque o nosso coração não pode alimentar a superficialidade que o mundo exterior apresenta. Fazer da vida uma grande resposta de motivação entre as pessoas fortalece os laços e as correntes de amizade e nos dá uma grande leveza de espírito.

Ter tempo disponível para plantar sementes de amor, compreensão e mansidão nos corações das pessoas é essencial, pois com certeza faz a nossa vida mergulhar numa profunda felicidade, no caminho do mundo e de Deus.  E ajudar com nossa responsabilidade aquelas pessoas que se encontram tristes, desamparadas e desorientadas a encontrarem as origens da felicidade no amor, no perdão e na acolhida, sem interpretações cansativas, mas com os fundamentos da pureza da alma é sustentar a fonte da própria felicidade.

 

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