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Rabiscos do Silêncio: A dor da marginalidade – Por Carlos Staczewski

 

Ter segurança nas famílias e na sociedade faz com que a vida ganhe dimensões de progresso, interesse e coletividade, pois uma pessoa que vive segura vai desenvolver a sua capacidade intelectual, moral e motivacional dentro de um espírito de vontade de alcançar os seus objetivos, propostos para sua vida.

Diferentemente de uma pessoa que vive com medo, trauma ou dor de ser assaltado por um marginal, desordeiro ou bagunceiro, o qual planeja, monitora e ataca as vítimas, sendo que na maioria das vezes juntam-se em mais de um indivíduo, chegando até bandos de 6, 7 ou, 8 com armamentos pesados como fuzil, espingarda ou revólver e atacam bancos, residências, casas comerciais… Onde existe cheiro de dinheiro, lá estão eles, provocando desordem e pânico nas pessoas.

Perdeu-se o respeito sobre as autoridades que cuidam da segurança pública, não se importando em matar, morrer ou ferir, mas sim sustentar o vício da maldade e do mal das drogas, atingindo pessoas humildes, honestas, trabalhadores que tem famílias para ganharem o pão de cada dia e que vem um arruaceiro, na maior tranquilidade, e rouba a dignidade, o suor e o sustento das pessoas de bem.

Mas o exemplo mais cruel da marginalidade vem do lado de cima, porque é só acompanhar através do noticiário das redes sociais, em que a maioria dos políticos tem o rabo  preso por desvios de conduta… É mensalão, mensalinho, lava a jato, lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e tantos outros crimes que levam milhões e milhões da riqueza do Brasil a pertencer a uma minoria.

Elevam assim a falta de segurança,  de educação, de saúde, porque afeta e compromete a transferência de renda e desequilibra todo o sistema  econômico do país. E haja cadeia para abrigar todos esses criminosos, pois a cada dia surgem fatos novos de violência, roubos, estupros, sonegação de impostos que envolvem pessoas da alta e baixa sociedade. Perdeu-se o senso de honestidade, justiça, fidelidade e comprometimento.

As pessoas de bem não podem ficar com traumas e cicatrizadas na dor provocada pela bandidagem, marginalização e criminalidade que fazem, desfazem tudo pela lei do mais forte, comprometendo a paz, o sossego e a tranquilidade,  principalmente ferindo a liberdade dos lares, das ruas, das casas comerciais, de escolas e bancos.  Levando as pessoas a criarem dentro de seu psiquismo a desmotivação, a desvalorização e o medo.

A sociedade brasileira precisa de uma grande faxina estrutural em sua forma política. Com leis de proteção ao cidadão que trabalha defendendo o bem comum. Também que  possa estar seguro de ir e vir, sem o atrapalho da marginalidade que anda livre procurando ceifar vidas, bens e tranquilidade das pessoas.  Todavia também é preciso ver quais os políticos que merecem nossa confiança, que trabalham pela dignificação da democracia, demonstrando ser capazes de ser um aliado da verdade.

E basta de políticos que sustentam a corrupção. Mentem e desmentem, provocando confusão entre os eleitores, pois o Brasil tem uma grande extensão territorial  com uma  diversidade de culturas com muitas fontes de riqueza, não pode ser vendido, explorado e enganado por mãos de quem só destrói a ordem deste país.

 

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