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Crise financeiraEconomia

Em 2016, Governo do RS reduziu investimento em saúde, educação e segurança

 

Foto: Divulgação

O governo do Rio Grande do Sul fechou o ano de 2016 com queda nos percentuais aplicados em três áreas prioritárias: saúde, educação e segurança. Em termos reais, os valores injetados nesses setores também caíram tanto em relação a 2014, último ano da gestão de Tarso Genro (PT), quanto na comparação com 2015, quando José Ivo Sartori (PMDB) assumiu o comando do Palácio Piratini.

Os dados integram a mensagem enviada pelo governador à Assembleia Legislativa no início de fevereiro deste ano. Tradicionalmente, o documento apresentado todo ano contém o resumo das ações adotadas no período e a síntese da situação financeira do Estado.

A área que apresentou a maior redução foi a da educação. Embora o índice tenha se mantido acima do exigido pela Constituição Federal (25% da receita líquida de impostos e transferências), ficou 3,5 pontos percentuais abaixo do registrado em 2014. Em números absolutos, os R$ 8,54 bilhões aplicados no ano passado significaram redução de 11,2%, considerando a inflação do período. Na saúde e na segurança, o decréscimo real foi menor, de 5% e de 6,3%, respectivamente, mas nem por isso menos preocupante.

Conforme o Secretário Estadual da Fazenda, Giovani Feltes, uma das razões para a redução dos percentuais e a queda real nos valores aplicados foi o agravamento da crise econômica que afetou o país nos últimos dois anos. Segundo ele, a desaceleração da economia prejudicou a arrecadação do Estado, mesmo com o aumento das alíquotas de ICMS, em vigor desde janeiro de 2016.

Com informações da Rádio Gaúcha

 

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