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Chapecó sanciona lei que declara Medellín como cidade-irmã

 

Fãs do Atlético Nacional fazem homenagem às vítimas da tragédia com o voo da Chapecoense, no estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia / Foto: Reprodução G1 - Fernando Vergara - AP Photo
Fãs do Atlético Nacional fazem homenagem às vítimas da tragédia com o voo da Chapecoense, no estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia / Foto: Reprodução G1 – Fernando Vergara – AP Photo

Uma lei sancionada no município de Chapecó nessa quarta-feira, 28 de dezembro, declara Medellín, na Colômbia, cidade-irmã do município catarinense. A lei busca promover o intercâmbio e aproximação cultural, esportiva, social, ambiental e econômica entre as cidades, além de ser um agradecimento pela solidariedade recebida por ocasião da tragédia aérea de novembro.

Em 2017, Chapecó celebrará 100 anos, e um dos eventos previstos nas comemorações é um encontro entre os prefeitos das duas cidades. Na oportunidade, será celebrado um documento em conjunto, oficializando acordos em diversos setores, especialmente nas áreas cultural e econômica, com o objetivo de unir ainda mais Chapecó e Medellín.

Excesso de peso no voo

As autoridades colombianas divulgaram nessa segunda-feira, dia 26, um relatório sobre o acidente com o avião da Chapecoense que deixou 71 vítimas fatais no dia 29 de novembro, próximo a Medellín, na Colômbia. Por meio de gravações de voz do avião, os oficiais da Aeronáutica Civil explicaram detalhes da queda. Segundo o coronel Freddy Augusto Bonilla, secretário de segurança da Aeronáutica Civil da Colômbia, “a aeronave tinha um peso superior ao permitido nos manuais”.

As autoridades ainda culpam a Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Bolívia (AASANA) por ter aprovado o plano de voo da LaMia. Conforme o secretário, o piloto Miguel Quiroga, morto no acidente, tinha consciência de que o combustível não era suficiente.

 

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